Carro eléctrico: adeus século do petróleo, olá século da ele
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miguel-figueiredo
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Carro eléctrico: adeus século do petróleo, olá século da ele
http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1456109
O Público publicou hoje um extenso artigo sobre os carros eléctricos e a sua viabilidade.
Quem tiver o jornal pode ler ao longo de 24 páginas imensos pormenores sobre esta alternativa.
Compara o carro eléctrico (um Nissan Leaf) com um a gasóleo (Golf 1.6 TDI) e com um a gasolina (Golf 1.2 TSI).
O problema destas análises, como começa a ser hábito, é que a viagem de Faro a Bragança é imaginaria. Pois...
Deste modo, pega-se apenas nos consumos declarados pelas marcas, no preço do combustível e calcula-se com base na distância a percorrer.
Não percebo para que precisaram de um doutorado para fazer esta estimativa :lol:
Engraçado que ainda nesta altura do campeonato não fazem qualquer referência ao GPL Auto, num artigo que tanto aborda economia e pouca poluição.
Fala-se exaustivamente do dióxido de carbono (CO2) e na economia como se fosse o factor decisivo na mobilidade, deixando-se de lado tudo o resto.
Atenção que sou completamente a favor do aparecimento dos carros eléctricos, embora duvide muito que estados como o nosso, completamente ISPdependentes os vejam com bons olhos, embora pareçam incentivar. No entanto quero ver para crer perderem milh~ies de ISP dos combustíveis fósseis e verem proliferar os carros eléctricos.
Pelo menos eram bem melhores do que a praga diesel, que tanto mal nos faz à saúde e provoca as chuvas ácidas.
Ficam os meus 10 cêntimos, agora é esperar para crer :-?
Gostava de saber porque se prejudica tanto o GPL (leis e dificuldades em homolgações) e todos se mostram amigos do ambiente e da economia. Intrigante.
Já se fala no sobreaquecimento das baterias dos carros eléctricos, do perigo de incêndio por curto circuito e a fragilidade em humidade elevada ou calor elevado.
A procissão já vai no adro e muitas petrolíferas e estados falidos vão tentar comer vivos os adeptos dos carros eléctricos =((
O Público publicou hoje um extenso artigo sobre os carros eléctricos e a sua viabilidade.
Quem tiver o jornal pode ler ao longo de 24 páginas imensos pormenores sobre esta alternativa.
Compara o carro eléctrico (um Nissan Leaf) com um a gasóleo (Golf 1.6 TDI) e com um a gasolina (Golf 1.2 TSI).
O problema destas análises, como começa a ser hábito, é que a viagem de Faro a Bragança é imaginaria. Pois...
Deste modo, pega-se apenas nos consumos declarados pelas marcas, no preço do combustível e calcula-se com base na distância a percorrer.
Não percebo para que precisaram de um doutorado para fazer esta estimativa :lol:
Engraçado que ainda nesta altura do campeonato não fazem qualquer referência ao GPL Auto, num artigo que tanto aborda economia e pouca poluição.
Fala-se exaustivamente do dióxido de carbono (CO2) e na economia como se fosse o factor decisivo na mobilidade, deixando-se de lado tudo o resto.
Atenção que sou completamente a favor do aparecimento dos carros eléctricos, embora duvide muito que estados como o nosso, completamente ISPdependentes os vejam com bons olhos, embora pareçam incentivar. No entanto quero ver para crer perderem milh~ies de ISP dos combustíveis fósseis e verem proliferar os carros eléctricos.
Pelo menos eram bem melhores do que a praga diesel, que tanto mal nos faz à saúde e provoca as chuvas ácidas.
Ficam os meus 10 cêntimos, agora é esperar para crer :-?
Gostava de saber porque se prejudica tanto o GPL (leis e dificuldades em homolgações) e todos se mostram amigos do ambiente e da economia. Intrigante.
Já se fala no sobreaquecimento das baterias dos carros eléctricos, do perigo de incêndio por curto circuito e a fragilidade em humidade elevada ou calor elevado.
A procissão já vai no adro e muitas petrolíferas e estados falidos vão tentar comer vivos os adeptos dos carros eléctricos =((
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chorao
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Re: Carro eléctrico: adeus século do petróleo, olá século da
perguntem lá aos gajos o preço de uma bateria para aquilo e o que fazem com as usadas...
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miguel-figueiredo
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Re: Carro eléctrico: adeus século do petróleo, olá século da
Eu acho que tudo isto, hidrogénio, eléctricos e todas as alternativas são excelentes...para manter o pessoal iludido!chorao Escreveu:perguntem lá aos gajos o preço de uma bateria para aquilo e o que fazem com as usadas...
Tenho um tio que estava à 5 anos para comprar um carro eléctrico. Como esperou sentado, comprou um a gasóleo porque é mais económico que a gasolina segundo ele (só faz 5000 kms por ano).
Se isto der barraca, ou por falta de adesão e receio da malta, ou por causa dos lobbys das petrolíferas, ou por causa dos estados que não querem perder receitas em impostos, etc vai ser um dos falhanços do século.
A ver vamos, há anos que tanto se fala e não se vê nada. No GPL não apostam eles! X( X( X(
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Bisgas
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Re: Carro eléctrico: adeus século do petróleo, olá século da
O meu obrigado ao miguel-figueiredo pela referência, que de outra forma me teria escapado.
Se querem saber a minha opinião, o problema, nos carros como nas restantes alternativas energéticas, coloca-se ao nível dos custos reais que as novas tecnologias implicam e que a maior parte das vezes não são assumidos claramente.
Alguns exemplos que fui respigando: li algures que um aparelho comum de telemóvel consome no seu processo de fabricação, antes de chegar ao escaparate da loja, cerca de meia tonelada de petróleo -- de que serve por-lhe o rótulo de ecológico se o mal ao ambiente já está feito?
O mesmo com os painéis foto-voltaicos que parecem andar na moda hoje em dia -- cruzei-me com as declarações dum perito ambientalista que afirmava que mais valia usar directamente o petróleo necessário para os produzir, pois a factura ambiental seria assim mais reduzida.
Isto para já não falar da barraca dos bio-fueis, que mais não fizeram que aumentar o preço dos cereais. Tudo exemplos que recomendam contenção nas abordagens destas questões.
Julgo também que nos automóveis se passa o mesmo; importantes, pelo menos para mim, são os ganhos de economia, eficiência e inovação que as preocupações ambientais têm vindo a determinar, com sistemas a desligarem o motor quando o carro está parado, a recuperar a energia que antes era desperdiçada nas travagens ou sob a forma de calor para alimentar os motores eléctricos nos híbridos, etc.
Mas em matéria de automóveis, comparativamente aos meus confrades aqui do fórum, sou apenas um curioso... :ymdaydream:
Se querem saber a minha opinião, o problema, nos carros como nas restantes alternativas energéticas, coloca-se ao nível dos custos reais que as novas tecnologias implicam e que a maior parte das vezes não são assumidos claramente.
Alguns exemplos que fui respigando: li algures que um aparelho comum de telemóvel consome no seu processo de fabricação, antes de chegar ao escaparate da loja, cerca de meia tonelada de petróleo -- de que serve por-lhe o rótulo de ecológico se o mal ao ambiente já está feito?
O mesmo com os painéis foto-voltaicos que parecem andar na moda hoje em dia -- cruzei-me com as declarações dum perito ambientalista que afirmava que mais valia usar directamente o petróleo necessário para os produzir, pois a factura ambiental seria assim mais reduzida.
Isto para já não falar da barraca dos bio-fueis, que mais não fizeram que aumentar o preço dos cereais. Tudo exemplos que recomendam contenção nas abordagens destas questões.
Julgo também que nos automóveis se passa o mesmo; importantes, pelo menos para mim, são os ganhos de economia, eficiência e inovação que as preocupações ambientais têm vindo a determinar, com sistemas a desligarem o motor quando o carro está parado, a recuperar a energia que antes era desperdiçada nas travagens ou sob a forma de calor para alimentar os motores eléctricos nos híbridos, etc.
Mas em matéria de automóveis, comparativamente aos meus confrades aqui do fórum, sou apenas um curioso... :ymdaydream:
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vroriz
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Re: Carro eléctrico: adeus século do petróleo, olá século da
Acho bem o carro eléctrico.
Lamento é que parte da energia eléctrica produzida pelo nosso país seja obtida através da queima de naftas de petróleo.
O conceito é bom, espero que tenha sucesso, mas para os próximos tempos vou mesmo andar a GPL.
Afinal os carros são tudo menos baratos, aquilo que chamam incentivo fiscal, não é suficiente para o ordenado de um cidadão "normal" (dentro da média nacional) adquirir tais veículos novos.
Lamento é que parte da energia eléctrica produzida pelo nosso país seja obtida através da queima de naftas de petróleo.
O conceito é bom, espero que tenha sucesso, mas para os próximos tempos vou mesmo andar a GPL.
Afinal os carros são tudo menos baratos, aquilo que chamam incentivo fiscal, não é suficiente para o ordenado de um cidadão "normal" (dentro da média nacional) adquirir tais veículos novos.
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Erbium
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Re: Carro eléctrico: adeus século do petróleo, olá século da
Também já ouvi/li relatos que indicavam que um prius para produzir (principalmente as baterias) era responsável por um nível de poluição superior ao de um Hummer!
Como qualquer tecnologia nova tem custos iniciais elevados e custos de todo o tipo, mão-obra, ambientais e económico, etc...
Penso que com a evolução natural das coisas esta tecnologia seja mais barata, rápida e limpa de produzir!
Acho que acaba por ser um bocado um ciclo, por ex. ao desenvolver veiculos que não consomem petróleo, quando este se generalizarem parte do processo da sua produção será feita por semelhantes e pelo menos na parte do transporte já reduzimos custo ambiental, por ex. ao desenvolver paineis fotovoltaicos, com a sua generalização a energia eléctrica necessária à fabrica onde são feitos poderá ser produzida por esses paineis fotovoltaicos, etc...
Como qualquer tecnologia nova tem custos iniciais elevados e custos de todo o tipo, mão-obra, ambientais e económico, etc...
Penso que com a evolução natural das coisas esta tecnologia seja mais barata, rápida e limpa de produzir!
Acho que acaba por ser um bocado um ciclo, por ex. ao desenvolver veiculos que não consomem petróleo, quando este se generalizarem parte do processo da sua produção será feita por semelhantes e pelo menos na parte do transporte já reduzimos custo ambiental, por ex. ao desenvolver paineis fotovoltaicos, com a sua generalização a energia eléctrica necessária à fabrica onde são feitos poderá ser produzida por esses paineis fotovoltaicos, etc...
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PauloAns
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Re: Carro eléctrico: adeus século do petróleo, olá século da
Erbium, esse web-myth é do piorio.
investiga QUEM fez esse estudo, é de ir às lágrimas.
Dou-te uma pista, a fábrica que é referida no estudo, que poluiu desenfreadamente a fazer baterias para o prius, já não opera nos moldes referidos pelo estudo desde mil-novecentos e troca o passo... são tantos disparates que só mesmo uma cambada de desesperados se agarra àquilo.
É como o projecto italiano para construção de uma ponte entre duas localidades, que como argumento para a sua viabilidade, usava entre outras, o aumento de natalidade entre as burras e éguas que haveria de haver... o grau de aumento era tal que punham nascer um burro a cada 3 meses... o subsidio foi cortado porque um dos juizes de atribuição, no longincuo comité europeu, era um ex-agricultor irlandes que sabia que um burro demorava quase um ano a nascer, sendo tais numeros impossiveis. Mas quem olhava para eles sem saber o tempo de gestação, acharia aquilo o máximo...
Quanto ao Hummer vs Prius
http://www.sierraclub.org/sierra/200711 ... ailbag.asp
http://forcechange.com/2008/03/20/the-p ... dissected/
http://www.thecarconnection.com/marty-b ... g-the-myth
investiga QUEM fez esse estudo, é de ir às lágrimas.
Dou-te uma pista, a fábrica que é referida no estudo, que poluiu desenfreadamente a fazer baterias para o prius, já não opera nos moldes referidos pelo estudo desde mil-novecentos e troca o passo... são tantos disparates que só mesmo uma cambada de desesperados se agarra àquilo.
É como o projecto italiano para construção de uma ponte entre duas localidades, que como argumento para a sua viabilidade, usava entre outras, o aumento de natalidade entre as burras e éguas que haveria de haver... o grau de aumento era tal que punham nascer um burro a cada 3 meses... o subsidio foi cortado porque um dos juizes de atribuição, no longincuo comité europeu, era um ex-agricultor irlandes que sabia que um burro demorava quase um ano a nascer, sendo tais numeros impossiveis. Mas quem olhava para eles sem saber o tempo de gestação, acharia aquilo o máximo...
Quanto ao Hummer vs Prius
http://www.sierraclub.org/sierra/200711 ... ailbag.asp
http://forcechange.com/2008/03/20/the-p ... dissected/
http://www.thecarconnection.com/marty-b ... g-the-myth
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Erbium
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Re: Carro eléctrico: adeus século do petróleo, olá século da
Só disse o que li... :D
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miguel-figueiredo
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Re: Carro eléctrico: adeus século do petróleo, olá século da
Mais uma publicação com destaque para os carros eléctricos:
http://www.autohoje.com/images/stories/ ... 88_GRA.jpg
Com tanta expectativa e elogios é bom que resulte, senão vai ser um mega falhanço.
Ao que vejo o pessoal não tem aderido nada aos híbridos tendo em conta o que vejo nas nossas estradas, talvez por desconfiança ou preço da gasolina.
Como será com os carros 100% eléctricos? :-?
http://www.autohoje.com/images/stories/ ... 88_GRA.jpg
Com tanta expectativa e elogios é bom que resulte, senão vai ser um mega falhanço.
Ao que vejo o pessoal não tem aderido nada aos híbridos tendo em conta o que vejo nas nossas estradas, talvez por desconfiança ou preço da gasolina.
Como será com os carros 100% eléctricos? :-?
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Erbium
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Re: Carro eléctrico: adeus século do petróleo, olá século da
O pessoal não adere porque é tudo muito lindo mas o que conta são os €'s!
Quem é que vai dar 20 ou 30k €'s por um i-miev ou leaf? Custa a dar para um carro que ainda tem algumas limitações aos dias de hoje! Se o pessoal vir com olhos de ver começa a pensar na autonomia, na troca das baterias, etc... e depois o intuito de poupar no combustível vai pelo cano abaixo imediatamente!
Quem é que vai dar 20 ou 30k €'s por um i-miev ou leaf? Custa a dar para um carro que ainda tem algumas limitações aos dias de hoje! Se o pessoal vir com olhos de ver começa a pensar na autonomia, na troca das baterias, etc... e depois o intuito de poupar no combustível vai pelo cano abaixo imediatamente!
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miguel-figueiredo
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Re: Carro eléctrico: adeus século do petróleo, olá século da
http://www.whokilledtheelectriccar.com/
http://ecx.images-amazon.com/images/I/5 ... SS500_.jpg
http://g-ecx.images-amazon.com/images/G ... f010.L.jpg
"It was among the fastest, most efficient production cars ever built. It ran on electricity, produced no emissions and catapulted American technology to the forefront of the automotive industry. The lucky few who drove it never wanted to give it up. So why did General Motors crush its fleet of EV-1 electric vehicles in the Arizona desert?"
Já tinha tido conhecimento disto há uns tempos, mas na altura não liguei muito. Parece que a história está prestes a repetir-se.
Será que os combustíveis fósseis vão ter obrigatoriamente de baixar de preço, para concorrer com os carros eléctricos?
Duvido que sequer 1% da população mundial se importe realmente com a ecologia e prefira os eléctricos, acho que como em tudo só procuram custo de compra acessível e economia de deslocação. Basicamente no início do século passado a chave para a proliferação em massa dos motores de combustão interna foi: combustível barato, fáceis de produzir, mecânica simples...
Se o sector petrolífero ficasse sem os automóveis de combustão interna como seria? É uma indústria de biliões, sendo até grande parte da economia de alguns países (médio-oriente por exemplo). Bem como imensos estados que aplicam pesados impostos sobre combustíveis e dos quais dependem. Se Portugal ficasse sem a receita de ISP era um colapso instantâneo! Como irem buscar impostos aos carros eléctricos? :-?
Curioso :-?
http://ecx.images-amazon.com/images/I/5 ... SS500_.jpg
http://g-ecx.images-amazon.com/images/G ... f010.L.jpg
"It was among the fastest, most efficient production cars ever built. It ran on electricity, produced no emissions and catapulted American technology to the forefront of the automotive industry. The lucky few who drove it never wanted to give it up. So why did General Motors crush its fleet of EV-1 electric vehicles in the Arizona desert?"
Já tinha tido conhecimento disto há uns tempos, mas na altura não liguei muito. Parece que a história está prestes a repetir-se.
Será que os combustíveis fósseis vão ter obrigatoriamente de baixar de preço, para concorrer com os carros eléctricos?
Duvido que sequer 1% da população mundial se importe realmente com a ecologia e prefira os eléctricos, acho que como em tudo só procuram custo de compra acessível e economia de deslocação. Basicamente no início do século passado a chave para a proliferação em massa dos motores de combustão interna foi: combustível barato, fáceis de produzir, mecânica simples...
Se o sector petrolífero ficasse sem os automóveis de combustão interna como seria? É uma indústria de biliões, sendo até grande parte da economia de alguns países (médio-oriente por exemplo). Bem como imensos estados que aplicam pesados impostos sobre combustíveis e dos quais dependem. Se Portugal ficasse sem a receita de ISP era um colapso instantâneo! Como irem buscar impostos aos carros eléctricos? :-?
Curioso :-?
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brunopinho
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Re: Carro eléctrico: adeus século do petróleo, olá século da
Vale a pena ver o documentário... Muito interessante! ;)miguel-figueiredo Escreveu:http://www.whokilledtheelectriccar.com/
http://ecx.images-amazon.com/images/I/5 ... SS500_.jpg
http://g-ecx.images-amazon.com/images/G ... f010.L.jpg
"It was among the fastest, most efficient production cars ever built. It ran on electricity, produced no emissions and catapulted American technology to the forefront of the automotive industry. The lucky few who drove it never wanted to give it up. So why did General Motors crush its fleet of EV-1 electric vehicles in the Arizona desert?"
Já tinha tido conhecimento disto há uns tempos, mas na altura não liguei muito. Parece que a história está prestes a repetir-se.
Será que os combustíveis fósseis vão ter obrigatoriamente de baixar de preço, para concorrer com os carros eléctricos?
Duvido que sequer 1% da população mundial se importe realmente com a ecologia e prefira os eléctricos, acho que como em tudo só procuram custo de compra acessível e economia de deslocação. Basicamente no início do século passado a chave para a proliferação em massa dos motores de combustão interna foi: combustível barato, fáceis de produzir, mecânica simples...
Se o sector petrolífero ficasse sem os automóveis de combustão interna como seria? É uma indústria de biliões, sendo até grande parte da economia de alguns países (médio-oriente por exemplo). Bem como imensos estados que aplicam pesados impostos sobre combustíveis e dos quais dependem. Se Portugal ficasse sem a receita de ISP era um colapso instantâneo! Como irem buscar impostos aos carros eléctricos? :-?
Curioso :-?
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voltinhas
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Re: Carro eléctrico: adeus século do petróleo, olá século da
Engraçado que neste AH, traz uma comparação, ou seja, equiparação de onde poderá provir a energia eléctrica para carregar os veículos. Se a memória não me falha é 1% Solar; 13% Eólica; 16% Hidrica; e 70% de produtos refinados... ou seja o consumo de combustível e a sua poluíção continuaram a existir... =(( , mesmo para andar de veículo eléctrico... :-Bmiguel-figueiredo Escreveu:Mais uma publicação com destaque para os carros eléctricos:
http://www.autohoje.com/images/stories/ ... 88_GRA.jpg
Com tanta expectativa e elogios é bom que resulte, senão vai ser um mega falhanço.
Ao que vejo o pessoal não tem aderido nada aos híbridos tendo em conta o que vejo nas nossas estradas, talvez por desconfiança ou preço da gasolina.
Como será com os carros 100% eléctricos? :-?
~x(
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passat 1.8t
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Re: Carro eléctrico: adeus século do petróleo, olá século da
Que não haja ilusões, na minha opinião, este será mesmo o futuro, os carros eléctricos vão substitur em massa os veículos movidos a combustiveis fosseis, por imensas razões, desde o mais significativo para nós utilizadores, que quando começarmos a conduzir automoveis ( e atenção, eu disse automóveis não disse brinquedos como o leaf ) que disponibilizarão a potencia máxima e binários estrondosos a qualquer faixa de rotação, não vamos querer outra coisa.. os motores eléctricos são mais eficientes que os otto e diesel em quase tudo, a única limitação neste momento é precisamente a autonomia, que é um pormenor que vai ser rapidamente ultrapassado, porque é incocebivel que se sairmos de bragança em direcção a faro tenhamos de parar para abastecer não sei quantas horas.. a real revolução acontecerá quando aparecer uma solução que se enquadre com o nosso estilo de vida, e essa solução é no meu entender as células de hidrogénio, são caras e por isso é que ainda não se normalizaram, é mesmo uma questão de tempo.. produzir hidrogénio não é tão barato quanto fazer um furo no chão e tirar petróleo, mas quando o petróleo acabar, as petroliferas encontrarão outra forma de ganhar dinheiro, assim como os países produtores de petróleo, se pensarem bem, os países do médio oriente por exemplo, têm montes de deserto, deserto esse que será utilizado para a instalação de mega paineis solares para produzir energia eléctrica para venderem aos paises do ocidente - palavras do Rei da Arábia Saudita.. quanto ao nosso governo, não se preocupem que eles vão criar mais um imposto xpto para todos pagarmos..
Deixo aqui um artigo do LA Times acerca de um novo desportivo da Audi: podem ver fotos neste link:http://www.passatworld.com/forums/showt ... ?p=2469407
Picture this: Elon Musk and Henrik Fisker -- impresarios of the electric Tesla Roadster and the soon-to-be, sort-of-electric Fisker Karma, respectively -- are running for their lives through a cave. Rolling behind them, gathering momentum, thundering ever closer, is an enormous boulder.
"Look out, Henrik!" "Save yourself, Elon!" Cue the John Williams soundtrack.
Can Elon get out of the cave in time? Will Henrik manage . . . Splat! Oh no! Look at the blood! There's rich guy everywhere!
I just spent a few minutes driving the boulder.
The Audi e-tron -- a spectacularly cool and highly evolved prototype of an electric sports car due from the German giant at the end of 2011 -- may not be the car that crushes California's bold pioneers of electric mobility.
But what it represents could.
In the next couple of years, globe-striding automakers such as Nissan-Renault, Mercedes-Benz, VW Group, GM and Ford will begin cranking out tens of thousands of electric cars. Not just small electric city cars and mid-size family sedans (like GM's Volt and Nissan's Leaf) but powerful, dead-sexy sports cars.
The Audi e-tron, whose only shared component with the look-alike Audi R8 are the halfshafts, will at some point have company in the luxury electric sports car segment in the form of Mercedes' electric-version SLS gullwing (and no, I never thought I'd be writing those words).
This armada of electron-burners will not be diffident, underbaked beta-testers. No asterisks they. These will be -- they have to be -- fully fledged Nissans, Mercedes and VWs, built to these companies' exacting standards and sold at a price that economizes their global scale.
"Do you hear something, Elon?"
"Don't be silly, Henrik. It's just the wind."
Let's stipulate that Tesla and Fisker are fine companies with great people and ideas, and a not-inconsiderable $1 billion in public money between them. Both companies' business plans call for using the glamour of a sporty halo car (the Tesla Roadster and Fisker Karma) to build brand cachet and help fund development of more attainable, real-world cars: Tesla's Model S and Fisker's Nina.
While the majors were sitting on the sidelines, these electric car wildcatters could reasonably expect success.
But now the majors are coming fast. And the Audi e-tron, which took Ingolstadt all of nine months to build, insists that we reconsider the viability of these low-volume upstarts in light of their highly resourced imperial competitors.
The burn-in-hell red e-tron that Audi made available for test drives near Point Mugu last week was last seen in September on the turnstile at the Frankfurt Auto Show. Typically, show cars are pretty hollow on the inside. Not this time.
The e-tron's alloy space-frame is production-ready; the adaptive climate- and visibility-sensing LED headlamps and taillamps work; the electric door closures and windows work; the motion-sensing door handles operate; the instrument console is already near production; the unique heat-pump system (to provide cabin warmth) is installed. The car's MMI (Man-Machine Interface) is already roughed in, with the liquid crystal display levitating out of the instrument console when the car is started.
The last Audi that was this cool was upstaging Will Smith in the movie "I, Robot."
Among its many party tricks, the e-tron has a kind of morphable exterior skin that changes shape to optimize aerodynamics and battery cooling as needed. When the batteries need a breeze, the clear acrylic panel over the front grille recedes into the grille opening, allowing fresh air in. Likewise, the flexible aluminum comb over the rear deck rises up to form a ram-air intake duct. That is just wicked, man.
The gristly guts of the e-tron comprise four inboard-mounted electric motors, one for each wheel, allowing the car to have Audi's signature Quattro all-wheel-drive. Seventy percent of the total power is channeled through the rear wheels, and 30% through the front, though with four electric motors the distribution of torque can be effortlessly sluiced around to maximize grip far faster and more easily than with even the best mechanical AWD system.
The e-tron has no transmission, only two reduction gears (1:6 ratio in front and 1:7 ratio in rear, owing to the larger wheels on the rear). The gearing is why the car has a nominal horsepower of 313 hp but on-paper torque of 3,319 pound-feet. Obviously, you can't unleash that kind of twist all at once or the car would rip its own axles apart. With about 550 pound-feet of torque doled out by the computers, the car's 0-62 mph pace is 4.8 seconds. Top speed is e-limited to 155 mph.
The carbon-bodied e-tron prototype weighs 3,527 pounds but, according to chief engineer Thomas Krauter, the target weight for production car will be a very skinny 3,200 pounds.
First-year production of the 2012 model year e-tron (perhaps called R8e?) will be limited to a mere 100 cars; as for out-the-door sticker, nobody really knows. A good guess is between $160,000 and $200,000.
"Do you think the natives are friendly, Elon?"
"Absolutely, Henrik. They invited us for dinner."
Like all electric cars, the batteries are the biggest concern. The e-tron uses a lithium-ion pack sourced from Sanyo with a total capacity of 53 kWh, but only about 43 kWh is usable storage. Max discharge is a healthy 230 amps. According to Krauter, the car will have two settings for regenerative braking, one normal and one sporty -- which is to say, you lift off the gas and the aggressive regen will instantly slow the car down as if it had piled into a load of sand. No coasting.
For enthusiast drivers, all this is catnip. Torque-vectoring all-wheel drive with big regenerative braking going into corners? That means less weight transfer, better overall balance, less brake wear, quicker time back to the throttle. The production version of this car is going to be stupid fast. I predict we are looking at the future production-car record holder at the Nurburgring.
Nine months? If I were in the electric sports car business, the e-tron would make me drop a toaster into my bathwater. While it's often said the big organizations are slow and unresponsive, it's also true that big organizations can achieve amazing things by dint of board management fiat.
Predicting their demise is not the same as wishing for it, and I do hope that Fisker and Tesla survive and thrive. I just don't see how. Ironically, the explosive growth in the e-car market might be the very thing that does them in.
As they say, the pioneers get the arrows.
-LATimes
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Deixo aqui um artigo do LA Times acerca de um novo desportivo da Audi: podem ver fotos neste link:http://www.passatworld.com/forums/showt ... ?p=2469407
Picture this: Elon Musk and Henrik Fisker -- impresarios of the electric Tesla Roadster and the soon-to-be, sort-of-electric Fisker Karma, respectively -- are running for their lives through a cave. Rolling behind them, gathering momentum, thundering ever closer, is an enormous boulder.
"Look out, Henrik!" "Save yourself, Elon!" Cue the John Williams soundtrack.
Can Elon get out of the cave in time? Will Henrik manage . . . Splat! Oh no! Look at the blood! There's rich guy everywhere!
I just spent a few minutes driving the boulder.
The Audi e-tron -- a spectacularly cool and highly evolved prototype of an electric sports car due from the German giant at the end of 2011 -- may not be the car that crushes California's bold pioneers of electric mobility.
But what it represents could.
In the next couple of years, globe-striding automakers such as Nissan-Renault, Mercedes-Benz, VW Group, GM and Ford will begin cranking out tens of thousands of electric cars. Not just small electric city cars and mid-size family sedans (like GM's Volt and Nissan's Leaf) but powerful, dead-sexy sports cars.
The Audi e-tron, whose only shared component with the look-alike Audi R8 are the halfshafts, will at some point have company in the luxury electric sports car segment in the form of Mercedes' electric-version SLS gullwing (and no, I never thought I'd be writing those words).
This armada of electron-burners will not be diffident, underbaked beta-testers. No asterisks they. These will be -- they have to be -- fully fledged Nissans, Mercedes and VWs, built to these companies' exacting standards and sold at a price that economizes their global scale.
"Do you hear something, Elon?"
"Don't be silly, Henrik. It's just the wind."
Let's stipulate that Tesla and Fisker are fine companies with great people and ideas, and a not-inconsiderable $1 billion in public money between them. Both companies' business plans call for using the glamour of a sporty halo car (the Tesla Roadster and Fisker Karma) to build brand cachet and help fund development of more attainable, real-world cars: Tesla's Model S and Fisker's Nina.
While the majors were sitting on the sidelines, these electric car wildcatters could reasonably expect success.
But now the majors are coming fast. And the Audi e-tron, which took Ingolstadt all of nine months to build, insists that we reconsider the viability of these low-volume upstarts in light of their highly resourced imperial competitors.
The burn-in-hell red e-tron that Audi made available for test drives near Point Mugu last week was last seen in September on the turnstile at the Frankfurt Auto Show. Typically, show cars are pretty hollow on the inside. Not this time.
The e-tron's alloy space-frame is production-ready; the adaptive climate- and visibility-sensing LED headlamps and taillamps work; the electric door closures and windows work; the motion-sensing door handles operate; the instrument console is already near production; the unique heat-pump system (to provide cabin warmth) is installed. The car's MMI (Man-Machine Interface) is already roughed in, with the liquid crystal display levitating out of the instrument console when the car is started.
The last Audi that was this cool was upstaging Will Smith in the movie "I, Robot."
Among its many party tricks, the e-tron has a kind of morphable exterior skin that changes shape to optimize aerodynamics and battery cooling as needed. When the batteries need a breeze, the clear acrylic panel over the front grille recedes into the grille opening, allowing fresh air in. Likewise, the flexible aluminum comb over the rear deck rises up to form a ram-air intake duct. That is just wicked, man.
The gristly guts of the e-tron comprise four inboard-mounted electric motors, one for each wheel, allowing the car to have Audi's signature Quattro all-wheel-drive. Seventy percent of the total power is channeled through the rear wheels, and 30% through the front, though with four electric motors the distribution of torque can be effortlessly sluiced around to maximize grip far faster and more easily than with even the best mechanical AWD system.
The e-tron has no transmission, only two reduction gears (1:6 ratio in front and 1:7 ratio in rear, owing to the larger wheels on the rear). The gearing is why the car has a nominal horsepower of 313 hp but on-paper torque of 3,319 pound-feet. Obviously, you can't unleash that kind of twist all at once or the car would rip its own axles apart. With about 550 pound-feet of torque doled out by the computers, the car's 0-62 mph pace is 4.8 seconds. Top speed is e-limited to 155 mph.
The carbon-bodied e-tron prototype weighs 3,527 pounds but, according to chief engineer Thomas Krauter, the target weight for production car will be a very skinny 3,200 pounds.
First-year production of the 2012 model year e-tron (perhaps called R8e?) will be limited to a mere 100 cars; as for out-the-door sticker, nobody really knows. A good guess is between $160,000 and $200,000.
"Do you think the natives are friendly, Elon?"
"Absolutely, Henrik. They invited us for dinner."
Like all electric cars, the batteries are the biggest concern. The e-tron uses a lithium-ion pack sourced from Sanyo with a total capacity of 53 kWh, but only about 43 kWh is usable storage. Max discharge is a healthy 230 amps. According to Krauter, the car will have two settings for regenerative braking, one normal and one sporty -- which is to say, you lift off the gas and the aggressive regen will instantly slow the car down as if it had piled into a load of sand. No coasting.
For enthusiast drivers, all this is catnip. Torque-vectoring all-wheel drive with big regenerative braking going into corners? That means less weight transfer, better overall balance, less brake wear, quicker time back to the throttle. The production version of this car is going to be stupid fast. I predict we are looking at the future production-car record holder at the Nurburgring.
Nine months? If I were in the electric sports car business, the e-tron would make me drop a toaster into my bathwater. While it's often said the big organizations are slow and unresponsive, it's also true that big organizations can achieve amazing things by dint of board management fiat.
Predicting their demise is not the same as wishing for it, and I do hope that Fisker and Tesla survive and thrive. I just don't see how. Ironically, the explosive growth in the e-car market might be the very thing that does them in.
As they say, the pioneers get the arrows.
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Erbium
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Re: Carro eléctrico: adeus século do petróleo, olá século da
Ya, pelas contas deles, actualmente em PT com essas "origens" da electricidade um carro electrico não é exactamente 0g/km de CO2, é cerca de 50g/km!voltinhas Escreveu:Engraçado que neste AH, traz uma comparação, ou seja, equiparação de onde poderá provir a energia eléctrica para carregar os veículos. Se a memória não me falha é 1% Solar; 13% Eólica; 16% Hidrica; e 70% de produtos refinados... ou seja o consumo de combustível e a sua poluíção continuaram a existir... =(( , mesmo para andar de veículo eléctrico... :-B
~x(