Começa a ser moda...
Moderador: rdd48856
-
Sonic_Surf
- Utilizador Junior
- Mensagens: 25
- Registado: 03 jun 2006, 15:12
-
PauloAns
- Cidadão Virtual
- Mensagens: 6166
- Registado: 12 abr 2005, 08:50
- Distrito onde reside.: Lisboa
- Viatura a GPL?: Não
Apesar de não ser sobre carros electricos, coloco aqui porque responde ao post do Sonic Surf
http://www.sciencedaily.com/releases/20 ... 210922.htm
De facto, este parece-me ser o caminho mais promissor dos que tenho lido, principalmente devido à sua simplicidade, embora a questão da temp, ainda me faça um bocado de confusão."Aposto que brevemente vai haver assim uma descoberta fixe nesse sentido!"
http://www.sciencedaily.com/releases/20 ... 210922.htm
-
Sonic_Surf
- Utilizador Junior
- Mensagens: 25
- Registado: 03 jun 2006, 15:12
PauloAns obrigado pelo link.
Essa notícia é bastante interessante e deve ser um metódo a ser investigado. Para quem não leu, segundo essa investigação propõe-se utilizar o amido (C6H10O5x) como fonte e transporte de energia. A ideia é submeter o amido a uma combinação especifica de enzimas (combinação sintetizada em laboratorio, nunca presente na natureza) que vai separar o amido em dioxido de carbono e em hidrogenio elementar (no estado gasoso) e que depois pode ser directamente utilizado numa célula de combustivel. E isto pode-se fazer tudo numa unidade dentro do carro. Em vez de um combustivel passaria-se a meter amido lá para dentro.
Teoricamente com 24 kg de amido pode-se fazer 4kg de hidrogénio, suficiente numa fuel cell para andar 482.8 km.
Eu só não percebi é se o dioxido de carbono chega a ser utilizado ou não e é emitido. E lá está, será que é rentável ou moral fazer plantações de alimentos (milho, cana de açucar, batatas, arroz, tudo fontes de amido) para serem utilizadas em fazer um carro andar?
Não deixa de ser uma boa notícia!
:D
Essa notícia é bastante interessante e deve ser um metódo a ser investigado. Para quem não leu, segundo essa investigação propõe-se utilizar o amido (C6H10O5x) como fonte e transporte de energia. A ideia é submeter o amido a uma combinação especifica de enzimas (combinação sintetizada em laboratorio, nunca presente na natureza) que vai separar o amido em dioxido de carbono e em hidrogenio elementar (no estado gasoso) e que depois pode ser directamente utilizado numa célula de combustivel. E isto pode-se fazer tudo numa unidade dentro do carro. Em vez de um combustivel passaria-se a meter amido lá para dentro.
Teoricamente com 24 kg de amido pode-se fazer 4kg de hidrogénio, suficiente numa fuel cell para andar 482.8 km.
Eu só não percebi é se o dioxido de carbono chega a ser utilizado ou não e é emitido. E lá está, será que é rentável ou moral fazer plantações de alimentos (milho, cana de açucar, batatas, arroz, tudo fontes de amido) para serem utilizadas em fazer um carro andar?
Não deixa de ser uma boa notícia!
:D
-
joaobarbosajb
- Utilizador
- Mensagens: 149
- Registado: 25 out 2005, 09:38
- Distrito onde reside.: Porto
- Viatura a GPL?: Sim
- Marca do Veículo: Fiat
- Modelo: punto 16v
- Ano: 2003
-
joaobarbosajb
- Utilizador
- Mensagens: 149
- Registado: 25 out 2005, 09:38
- Distrito onde reside.: Porto
- Viatura a GPL?: Sim
- Marca do Veículo: Fiat
- Modelo: punto 16v
- Ano: 2003
-
PauloAns
- Cidadão Virtual
- Mensagens: 6166
- Registado: 12 abr 2005, 08:50
- Distrito onde reside.: Lisboa
- Viatura a GPL?: Não
Quando aparecer uma solução realmente utilizavel, não haverá como não a usar.
Os governos serão demasiado pressionados pela população e movimentos ecológicos.
Estes dois ou tres cromos que inventaram isto, vão ganhar carradas de papel, mas só se isto passar para a prática. E vão ter, a partir de agora, milhares de olhos em cima deles, à espera de mais um pequeno avanço.
Mais, a partir do momento em que anunciam uma coisa destas, as centenas de pessoas que já estão a investigar a coisa, vão aproveitar este passo para avançar mais... não acredito que consigam parar, algo que realmente faça a diferença, desde que chegue a publico, não poderá ser parado. A unica hipotese é matarem o bebé à nascensa, para que não se saiba da sua existencia, mas neste caso, o puto já cá está fora, e a berrar.
---editado---
o TreeHugger atrasou-se um dia ou dois nesta noticia, mas pode ajudar a perceber o primeiro texto. (nós aqui demos a noticia primeiro que eles hehehehe) e ainda acrescenta mais links no fim, para outros topicos sobre o mesmo assunto.
http://www.treehugger.com/files/2007/05 ... drogen.php
Os governos serão demasiado pressionados pela população e movimentos ecológicos.
Estes dois ou tres cromos que inventaram isto, vão ganhar carradas de papel, mas só se isto passar para a prática. E vão ter, a partir de agora, milhares de olhos em cima deles, à espera de mais um pequeno avanço.
Mais, a partir do momento em que anunciam uma coisa destas, as centenas de pessoas que já estão a investigar a coisa, vão aproveitar este passo para avançar mais... não acredito que consigam parar, algo que realmente faça a diferença, desde que chegue a publico, não poderá ser parado. A unica hipotese é matarem o bebé à nascensa, para que não se saiba da sua existencia, mas neste caso, o puto já cá está fora, e a berrar.
---editado---
o TreeHugger atrasou-se um dia ou dois nesta noticia, mas pode ajudar a perceber o primeiro texto. (nós aqui demos a noticia primeiro que eles hehehehe) e ainda acrescenta mais links no fim, para outros topicos sobre o mesmo assunto.
http://www.treehugger.com/files/2007/05 ... drogen.php
-
chorao
- Moderador(a)
- Mensagens: 6764
- Registado: 11 abr 2005, 08:32
- Distrito onde reside.: Castelo Branco
- Viatura a GPL?: Não
- Marca do KIT GPL: Não Sei
obrigado pela explicação... mas esse não seria o caminho a evitar? utilizar comida para transportar hidrogenio??? e os custos de produção desse amido de milho?Sonic_Surf Escreveu:PauloAns obrigado pelo link.
Essa notícia é bastante interessante e deve ser um metódo a ser investigado. Para quem não leu, segundo essa investigação propõe-se utilizar o amido (C6H10O5x) como fonte e transporte de energia. A ideia é submeter o amido a uma combinação especifica de enzimas (combinação sintetizada em laboratorio, nunca presente na natureza) que vai separar o amido em dioxido de carbono e em hidrogenio elementar (no estado gasoso) e que depois pode ser directamente utilizado numa célula de combustivel. E isto pode-se fazer tudo numa unidade dentro do carro. Em vez de um combustivel passaria-se a meter amido lá para dentro.
Teoricamente com 24 kg de amido pode-se fazer 4kg de hidrogénio, suficiente numa fuel cell para andar 482.8 km.
Eu só não percebi é se o dioxido de carbono chega a ser utilizado ou não e é emitido. E lá está, será que é rentável ou moral fazer plantações de alimentos (milho, cana de açucar, batatas, arroz, tudo fontes de amido) para serem utilizadas em fazer um carro andar?
Não deixa de ser uma boa notícia!
:D
-
PauloAns
- Cidadão Virtual
- Mensagens: 6166
- Registado: 12 abr 2005, 08:50
- Distrito onde reside.: Lisboa
- Viatura a GPL?: Não
mais uma achega...
http://www.sciencedaily.com/releases/20 ... 113841.htm
outra aproximação, mais rebuscada....
http://www.sciencedaily.com/releases/20 ... 113841.htm
outra aproximação, mais rebuscada....
-
Sonic_Surf
- Utilizador Junior
- Mensagens: 25
- Registado: 03 jun 2006, 15:12
Pois, eu também acho que não é viável. De um ponto de vista económico se calhar é viável para o agricultor empresário que tem uma seara enorme de milho e que precisa de se deslocar regularmente. Mas mesmo nesse caso até que ponto é que ele gasta menos dinheiro em relação a utilizar um outro combustivel qualquer?obrigado pela explicação... mas esse não seria o caminho a evitar? utilizar comida para transportar hidrogenio??? e os custos de produção desse amido de milho?
No meu ponto de vista gerar energia (em forma de electricidade) não é o problema. Há todo um tipo de fontes de energia renováveis eficientes e não poluentes que com algum desenvolvimento eram capazes de sustentar as necessidades energéticas de todos através da infraestrutura de distribuição. O problema é que há necessidades que necessitam de mobilidade, o caso das transportes, e aí o verdadeiro problema é armazenar a energia eléctrica. O único metódo que se vê utilizado (o único prontamente disponivel ao consumidor) é o de armazenar a energia electrica em energia química e depois quando é necessária transforma-la novamente em energia electrica. O caso das baterias (recarregáveis), etc... Isto é caro, não é assim muito eficiente e não funciona bem ao armazenar a energia durante longos periodos de tempo. Portanto tem que haver aqui um maior desenvolvimento e a investigação de modo a ser possivel todo e qualquer meio de transporte ter uma unidade de armazenamento de electricidade eficiente, segura e barata que permitisse um bom alcançe. Não sei se neste sentido já se esbarrou com alguma lei da fisica que impossibilitasse isto mas penso que com a nanotecnologia e os novos materiais talvez haja uma janela para a descoberta e o melhoramento.
PauloAns desculpa lá encher o tópico de textos grandes meio fora do tema, é o ultimo!
-
rdd48856
- Moderador(a)
- Mensagens: 9454
- Registado: 13 abr 2005, 10:36
- Distrito onde reside.: Faro
- Viatura a GPL?: Sim
- Marca do KIT GPL: Lovato+BRC+Vialle
- Marca do Veículo: Toyota
- Modelo: Auris TS HSD by FF
- Ano: 2014
Há pelo menos 20 anos que se fala na produção de biohidrogénio mas ainda não vi nada de concreto.
No curto e médio prazo é melhor utilizar ao máximo as energias alternativas em aplicações estacionárias e nos transportes ferroviários e deixar os combustíveis fósseis para os transportes rodoviários e aéreos.
No curto e médio prazo é melhor utilizar ao máximo as energias alternativas em aplicações estacionárias e nos transportes ferroviários e deixar os combustíveis fósseis para os transportes rodoviários e aéreos.