Discussão sobre a quantidade de gasolina no depósito.
Moderador: rdd48856
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rdd48856
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Discussão sobre a quantidade de gasolina no depósito.
A quantidade de gasolina a manter no depósito e a periodicidade dos abastecimentos é uma das questões mais frequentemente abordadas aqui no fórum.
Em primeiro lugar é preciso notar que em qualquer sistema de GPL moderno a bomba de gasolina funciona continuamente, quer nos sistemas com retorno, quer nos que não têm retorno. A única exceção verifica-se nos kits de injeção líquida para motores de injeção direta, em que a bomba de gasolina se encontra frequentemente parada.
Perceber isto é muito importante porque uma parte dos problemas que ocorrem com a degradação da gasolina quando esta é armazenada muito tempo, por exemplo a precipitação de goma e a separação de fases (importante sobretudo em gasolinas com teor de oxigenados elevado) é atenuada no depósito de gasolina de um carro a GPL, porque mesmo quando o carro está a GPL a bomba funciona sempre e o próprio movimento do carro encarrega-se de evitar a precipitação de gomas. A própria formação de gomas resulta da oxidação pelo contacto com o oxigénio do ar e é estimulada pela presença de radiação UV.
Ora à medida que a restrição com a emissão de hidrocarbonetos dos depósitos vai aumentando, levando tendencialmente à pressurização dos mesmos, a quantidade de ar que entra para dentro do depósito vai sendo cada vez menor (é que sem a saída de hidrocarbonetos não pode entrar ar, sendo a fase gasosa constituída quase exclusivamente por vapores de gasolina).
Ou seja não é a mesma coisa que ter combustível no depósito de um carro parado.
No caso dos sistemas de alimentação sem retorno o excesso de caudal é removido para dentro do próprio depósito, havendo movimento na mesma. Estes sistemas no entanto apresentam uma particularidade que é o facto da gasolina poder ficar retida muito tempo no sistema de alimentação entre o depósito e os injetores de gasolina, por exemplo em viagens longas, sendo submetida a temperaturas algo elevadas. Assim pode perder algumas propriedades.
Os sistemas que injetam gasolina periodicamente poderão evitar esta situação, uma vez que purgam o sistema de alimentação.
Mas afinal quanto tempo é que a gasolina pode permanecer no depósito de um carro a GPL moderno?
A resposta depende de muitos fatores, sendo a qualidade da gasolina um deles, gasolinas com um pack extra de aditivos tendem a durar mais tempo.
O outro fator é qual a qualidade mínima de gasolina necessária para que esta possa cumprir satisfatoriamente a sua missão. Se o objetivo é apenas o de arranque e funcionamento durante o aquecimento é uma coisa, se pelo contrário se se pretende circular regularmente a gasolina exigindo altas performances do motor, é outra. Um recente estudo da Sueca “CHALMERS UNIVERSITY OF TECHNOLOGY”, para veículos PHEV, conclui, e para uma extrapolação da degradação da gasolina em função do tempo constante (o que não é verdade, a degradação é maior nos primeiros dias e diminui rapidamente), que 100 dias é o tempo máximo de permanência no depósito. Eu diria que para uma utilização de arranque e micro-injeções num veículo a GPL podemos ir claramente para lá dos 4 meses, desde que salvaguardemos o que vou dizer a seguir.
Algo pouco conhecido é que existem 3 composições diferentes da gasolina consoante a época do ano, gasolina de verão, gasolina de inverno e uma intermédia entre estas.
Podem verificar isso mesmo na ficha técnica da gasolina da Prio:
http://www.prioenergy.com/wp-content/up ... pdf?x90943
A razão é simples. No inverno precisamos de uma gasolina com maior percentagem de componentes voláteis, como o butano, que é utilizado nesta época do ano como um incrementador barato do teor de octanas, para facilitar o arranque a frio. Uma gasolina destas no verão tenderia a perder os seus componentes mais voláteis rapidamente, sofrendo alterações significativas do seu teor de octanas. Pelo contrário uma gasolina de verão utilizada no inverno poderia dificultar o arranque a frio. Assim é importante ter cuidado com a mudança das condições climatéricas.
Um outro ponto importante é o da quantidade de gasolina que devemos manter no depósito para preservar a bomba. A gasolina serve para arrefecer a bomba, absorvendo calor. Ora num carro a GPL que circule em viagens longas num sistema com retorno, a gasolina que retorna (e que é muita uma vez que nenhuma é consumida) transfere calor do compartimento do motor para dentro do depósito, se a quantidade de gasolina for pouca a temperatura vai aumentar rapidamente e pode provocar a falha da bomba, não por esta ficar completamente a seco, mas porque a quantidade de gasolina não é suficiente para absorver o calor. Dai a recomendação de manter um quarto de depósito em viagens longas, sobretudo no verão.
Quanto aos sistemas de injeção direta líquida, os fabricantes recomendam fazer pelo menos 100 a 150 km por ano a gasolina. Obviamente que pelos motivos atrás referidos estes quilómetros devem ser repartidos ao longo do ano.
Para quem paga a gasolina sempre ao mesmo preço, o ideal será por isso adequar o abastecimento de gasolina ao consumo de forma a abastecer uma vez por mês, mantendo o tal quarto de depósito.
Como esse não é o meu caso, no Burrié chego a abastecer de 6 em 6 meses, e quase 160000Km e 13 anos depois a bomba está para as curvas!
Já no Modus, que é um sistema sem retorno, acho que tenho um problema, mas duvido que seja por causa do tempo que a gasolina permaneceu no depósito.
Em primeiro lugar é preciso notar que em qualquer sistema de GPL moderno a bomba de gasolina funciona continuamente, quer nos sistemas com retorno, quer nos que não têm retorno. A única exceção verifica-se nos kits de injeção líquida para motores de injeção direta, em que a bomba de gasolina se encontra frequentemente parada.
Perceber isto é muito importante porque uma parte dos problemas que ocorrem com a degradação da gasolina quando esta é armazenada muito tempo, por exemplo a precipitação de goma e a separação de fases (importante sobretudo em gasolinas com teor de oxigenados elevado) é atenuada no depósito de gasolina de um carro a GPL, porque mesmo quando o carro está a GPL a bomba funciona sempre e o próprio movimento do carro encarrega-se de evitar a precipitação de gomas. A própria formação de gomas resulta da oxidação pelo contacto com o oxigénio do ar e é estimulada pela presença de radiação UV.
Ora à medida que a restrição com a emissão de hidrocarbonetos dos depósitos vai aumentando, levando tendencialmente à pressurização dos mesmos, a quantidade de ar que entra para dentro do depósito vai sendo cada vez menor (é que sem a saída de hidrocarbonetos não pode entrar ar, sendo a fase gasosa constituída quase exclusivamente por vapores de gasolina).
Ou seja não é a mesma coisa que ter combustível no depósito de um carro parado.
No caso dos sistemas de alimentação sem retorno o excesso de caudal é removido para dentro do próprio depósito, havendo movimento na mesma. Estes sistemas no entanto apresentam uma particularidade que é o facto da gasolina poder ficar retida muito tempo no sistema de alimentação entre o depósito e os injetores de gasolina, por exemplo em viagens longas, sendo submetida a temperaturas algo elevadas. Assim pode perder algumas propriedades.
Os sistemas que injetam gasolina periodicamente poderão evitar esta situação, uma vez que purgam o sistema de alimentação.
Mas afinal quanto tempo é que a gasolina pode permanecer no depósito de um carro a GPL moderno?
A resposta depende de muitos fatores, sendo a qualidade da gasolina um deles, gasolinas com um pack extra de aditivos tendem a durar mais tempo.
O outro fator é qual a qualidade mínima de gasolina necessária para que esta possa cumprir satisfatoriamente a sua missão. Se o objetivo é apenas o de arranque e funcionamento durante o aquecimento é uma coisa, se pelo contrário se se pretende circular regularmente a gasolina exigindo altas performances do motor, é outra. Um recente estudo da Sueca “CHALMERS UNIVERSITY OF TECHNOLOGY”, para veículos PHEV, conclui, e para uma extrapolação da degradação da gasolina em função do tempo constante (o que não é verdade, a degradação é maior nos primeiros dias e diminui rapidamente), que 100 dias é o tempo máximo de permanência no depósito. Eu diria que para uma utilização de arranque e micro-injeções num veículo a GPL podemos ir claramente para lá dos 4 meses, desde que salvaguardemos o que vou dizer a seguir.
Algo pouco conhecido é que existem 3 composições diferentes da gasolina consoante a época do ano, gasolina de verão, gasolina de inverno e uma intermédia entre estas.
Podem verificar isso mesmo na ficha técnica da gasolina da Prio:
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A razão é simples. No inverno precisamos de uma gasolina com maior percentagem de componentes voláteis, como o butano, que é utilizado nesta época do ano como um incrementador barato do teor de octanas, para facilitar o arranque a frio. Uma gasolina destas no verão tenderia a perder os seus componentes mais voláteis rapidamente, sofrendo alterações significativas do seu teor de octanas. Pelo contrário uma gasolina de verão utilizada no inverno poderia dificultar o arranque a frio. Assim é importante ter cuidado com a mudança das condições climatéricas.
Um outro ponto importante é o da quantidade de gasolina que devemos manter no depósito para preservar a bomba. A gasolina serve para arrefecer a bomba, absorvendo calor. Ora num carro a GPL que circule em viagens longas num sistema com retorno, a gasolina que retorna (e que é muita uma vez que nenhuma é consumida) transfere calor do compartimento do motor para dentro do depósito, se a quantidade de gasolina for pouca a temperatura vai aumentar rapidamente e pode provocar a falha da bomba, não por esta ficar completamente a seco, mas porque a quantidade de gasolina não é suficiente para absorver o calor. Dai a recomendação de manter um quarto de depósito em viagens longas, sobretudo no verão.
Quanto aos sistemas de injeção direta líquida, os fabricantes recomendam fazer pelo menos 100 a 150 km por ano a gasolina. Obviamente que pelos motivos atrás referidos estes quilómetros devem ser repartidos ao longo do ano.
Para quem paga a gasolina sempre ao mesmo preço, o ideal será por isso adequar o abastecimento de gasolina ao consumo de forma a abastecer uma vez por mês, mantendo o tal quarto de depósito.
Como esse não é o meu caso, no Burrié chego a abastecer de 6 em 6 meses, e quase 160000Km e 13 anos depois a bomba está para as curvas!
Já no Modus, que é um sistema sem retorno, acho que tenho um problema, mas duvido que seja por causa do tempo que a gasolina permaneceu no depósito.
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powerfull
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Re: Discussão sobre a quantidade de gasolina no depósito.
5 estrelas... Eu em geral ando sempre com meio depósito... De 3 em 3 meses ,+- meto cerca de 20/30€ de gasolina .. 1 vez por mês faço uma pequena viagem 30/40 km por veses até mais só a gasolina...
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j_verne
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Re: Discussão sobre a quantidade de gasolina no depósito.
Este post é autêntico 'serviço público' ;-)
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bruno065
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Re: Discussão sobre a quantidade de gasolina no depósito.
Bom post com boas infos ;-)rdd48856 Escreveu: Já no Modus, que é um sistema sem retorno, acho que tenho um problema, mas duvido que seja por causa do tempo que a gasolina permaneceu no depósito.
Que problema tens no Modus? E que motor tem?
No meu clio tive stress porque a bomba por vezes nao trabalhava. Resolvi trocar o rele e aparentemente ficou resolvido.
É sem rampa com regulador. O retorno é feito no deposito. Também medi a pressão em trabalho e deu 4 bar em vez de 3.5.
Falta medir o caudal. Catalisador já deu o que tinha a dar, o defeito esta sempre aparecer mesmo depois de trocar as duas sondas.
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spit
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Re: Discussão sobre a quantidade de gasolina no depósito.
Normalmente ponho 15l de 3 em 3 meses, com o tempo mais frio talvez de 2 em 2 e reponho assim que a luz da reserva acende, sabendo que ainda tenho cerca de 10l no deposito, tendo em conta a explicação em cima estou na media.
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mpsfilho
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Re: Discussão sobre a quantidade de gasolina no depósito.
Cá eu, trazer sempre Duster mais ou menos com depósito meio cheio e outra vezes meio vazio. :D
Sistema meu consumir alguma gasolina, por isso, não estar preocupado com degradação. [-x
Eu algumas vezes comutar para gasolina durante algum kms, isto principalmente quando me picar com Ferrari ou Lamborghini em circuitos todo terreno. :-bd
Sistema meu consumir alguma gasolina, por isso, não estar preocupado com degradação. [-x
Eu algumas vezes comutar para gasolina durante algum kms, isto principalmente quando me picar com Ferrari ou Lamborghini em circuitos todo terreno. :-bd
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rdd48856
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Re: Discussão sobre a quantidade de gasolina no depósito.
A gasolina, sobretudo a frio, o motor não tem um comportamento estável...os injetores já foram limpos, agora falta ver a parte da bomba/filtro (que é incorporado na própria bomba).Que problema tens no Modus? E que motor tem?
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hard
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Re: Discussão sobre a quantidade de gasolina no depósito.
Grande topico @rdd, muito obrigado!
No manual do Opel, aconselham a cada 6 meses gastar a gasolina até acender a reserva e depois abastecer gasolina.
No manual do Opel, aconselham a cada 6 meses gastar a gasolina até acender a reserva e depois abastecer gasolina.
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rdd48856
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Re: Discussão sobre a quantidade de gasolina no depósito.
Nesse caso convém que esses 6 meses coincidam com a mudança de estação.
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novelo
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Re: Discussão sobre a quantidade de gasolina no depósito.
Por acaso já há uns tempos que estava para fazer um tópico sobre isto mais ou menos..
Sobre a questão de ter pelo menos mais de 1/4 de gasolina no depósito sempre pratiquei..
Mas sempre tive uma dúvida existencial e aproveito este tópico, entre os 2 cenários que vou dizer abaixo, qual o melhor cenário?
1) Assim que o depósito atinge um 1/4 atestar só 15-20€ de forma a durar 1 mês, o que faz andar sempre algures entre o 1/4 de depósito e 2/4 depósito.
2) Atestar totalmente o depósito e 1 vez por mês atestar com o que falte para ficar com o depósito cheio.
Qual destes será o melhor cenário para a qualidade da gasolina (e também para o depósito, bomba, injectores, etc..)?
E já agora algum quais os prós e contras que vêem para cada um deles? (Exemplo: possível perda maior [evaporação?] de combustível pelo depósito estar cheio!?)
PS: Obrigado pelo tópico @rdd !
Sobre a questão de ter pelo menos mais de 1/4 de gasolina no depósito sempre pratiquei..
Mas sempre tive uma dúvida existencial e aproveito este tópico, entre os 2 cenários que vou dizer abaixo, qual o melhor cenário?
1) Assim que o depósito atinge um 1/4 atestar só 15-20€ de forma a durar 1 mês, o que faz andar sempre algures entre o 1/4 de depósito e 2/4 depósito.
2) Atestar totalmente o depósito e 1 vez por mês atestar com o que falte para ficar com o depósito cheio.
Qual destes será o melhor cenário para a qualidade da gasolina (e também para o depósito, bomba, injectores, etc..)?
E já agora algum quais os prós e contras que vêem para cada um deles? (Exemplo: possível perda maior [evaporação?] de combustível pelo depósito estar cheio!?)
PS: Obrigado pelo tópico @rdd !
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mpsfilho
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Re: Discussão sobre a quantidade de gasolina no depósito.
O segundo cenário será melhor sem duvidas para a qualidade da gasolina e componentes do veiculo, apenas um senão, o peso extra que se transporta continuamente e que irá influenciar o consumo. ;)novelo Escreveu:Por acaso já há uns tempos que estava para fazer um tópico sobre isto mais ou menos..
Sobre a questão de ter pelo menos mais de 1/4 de gasolina no depósito sempre pratiquei..
Mas sempre tive uma dúvida existencial e aproveito este tópico, entre os 2 cenários que vou dizer abaixo, qual o melhor cenário?
1) Assim que o depósito atinge um 1/4 atestar só 15-20€ de forma a durar 1 mês, o que faz andar sempre algures entre o 1/4 de depósito e 2/4 depósito.
2) Atestar totalmente o depósito e 1 vez por mês atestar com o que falte para ficar com o depósito cheio.
Qual destes será o melhor cenário para a qualidade da gasolina (e também para o depósito, bomba, injectores, etc..)?
E já agora algum quais os prós e contras que vêem para cada um deles? (Exemplo: possível perda maior [evaporação?] de combustível pelo depósito estar cheio!?)
PS: Obrigado pelo tópico @rdd !
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rdd48856
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Re: Discussão sobre a quantidade de gasolina no depósito.
O 2ºcenário...admitindo que o carro é recente e não tem retorno de combustível, a evaporação é ainda assim menor.
Se tiver retorno tem ainda a vantagem da temperatura no interior do depósito aumentar muito menos.
Se tiver retorno tem ainda a vantagem da temperatura no interior do depósito aumentar muito menos.
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novelo
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Re: Discussão sobre a quantidade de gasolina no depósito.
Por acaso o segundo cenário até é o que prefiro porque é mais prático pra mim e também porque dá para ter uma noção mais exacta da gasolina que gasta..
Sobre o Alfa Romeo Mito, sabem se tem retorno ou não?
E já agora a possível evaporação são valores que valham a pena ter em conta ou é uma quantidade irrisória?
Obrigado aos dois!
Sobre o Alfa Romeo Mito, sabem se tem retorno ou não?
E já agora a possível evaporação são valores que valham a pena ter em conta ou é uma quantidade irrisória?
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bbrjto
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Re: Discussão sobre a quantidade de gasolina no depósito.
Eu basicamente cada vez que a gasolina entra na reserva, atesto. Dura-me cerca de 7000km, gasto bem mais em gasolina que em valve care!
Nunca tive problemas com este procedimento e até agora tinha o inconveniente que na maioria das bombas tinha de tirar a tampa da gasolina para encaixar a pistola. Agora com o adaptador para as novas pistolas isso acabou, menos um factor para deteriorar a gasolina!
Nunca tive problemas com este procedimento e até agora tinha o inconveniente que na maioria das bombas tinha de tirar a tampa da gasolina para encaixar a pistola. Agora com o adaptador para as novas pistolas isso acabou, menos um factor para deteriorar a gasolina!
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sergioadriao
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Re: Discussão sobre a quantidade de gasolina no depósito.
Bom tópico!
Tal como já referi noutros tópicos, mantenho o deposito cheio. + ou - a cada 2 meses volto a atestar com apenas 9 a 10 lts, no meu actual carro.
O unico inconveniente que vejo será o acrescimo no consumo devido ao peso extra (deposito cheio)
Tendo em conta:
A densidade da gasolina a 20º será cerca de 0,75 kg/lt
Capacidade deposito de 40 lts
Peso total-> 30Kg
Peso extra retirando o 1/4 deposito (mínimo recomendável 10 Lt) ->22,5Kg
Considerando que cada 100Kg de peso extra podem corresponder a um acréscimo de consumo de 0,3Lts por cada 100km(condução mista), estaríamos a falar de um aumento de 0,0675Lt/100 por carregar 22,5kg extra.
Assumindo que o pessoal por aqui usa GPL, significa que o impacto no custo seria perto de 4 cêntimos/100km para o actual preço do gas.
Por isso se o único inconveniente for o acréscimo no custo de 4€ a cada 10.000 Kms, acho que mantenho a opinião inicial.
Tal como já referi noutros tópicos, mantenho o deposito cheio. + ou - a cada 2 meses volto a atestar com apenas 9 a 10 lts, no meu actual carro.
O unico inconveniente que vejo será o acrescimo no consumo devido ao peso extra (deposito cheio)
Tendo em conta:
A densidade da gasolina a 20º será cerca de 0,75 kg/lt
Capacidade deposito de 40 lts
Peso total-> 30Kg
Peso extra retirando o 1/4 deposito (mínimo recomendável 10 Lt) ->22,5Kg
Considerando que cada 100Kg de peso extra podem corresponder a um acréscimo de consumo de 0,3Lts por cada 100km(condução mista), estaríamos a falar de um aumento de 0,0675Lt/100 por carregar 22,5kg extra.
Assumindo que o pessoal por aqui usa GPL, significa que o impacto no custo seria perto de 4 cêntimos/100km para o actual preço do gas.
Por isso se o único inconveniente for o acréscimo no custo de 4€ a cada 10.000 Kms, acho que mantenho a opinião inicial.