lobito Escreveu:forunista Escreveu:Não tenho seguido este tópico e só actualizei-me hoje.
Queria tirar uma dúvida que li há alguns posts atrás.
Dizem que o sistema de injecção directa é novo e que também por isso, está a ser difícil acompanhar este avanço(alguns questionam mesmo se é avanço) tecnológico no que toca aos kits GPL. Eu pergunto, mas não existem kits de injecção directa liquida desde 2012/2013 ? Se sim, 3 a 4 anos não chegaram para actualizar-se ?
Os fabricantes estão constantemente a esforçar-se por se actualizarem, mas com os fabricantes de automóveis estão constantemente a alterar os motores. E os componentes. A famosa HP dos 1.2 e 1.4 do grupo VAG (falando com um representante da marca e por experiência própria) já vai ultrapassou a vigésima versão, em tom de brincadeira disse que agora devem acalmar porque as letras do abecedário (que vai identificando as versões) está a acabar.
Não é fácil acompanhar.
A Vialle já está a preparar a "LPDi 2" que deve permitir mais flexibilidade, vamos ver o que aí vem.
Assim está a Prins a preparar a DLM 3.0.
Sobre outros assuntos deste tópico, refiro-me ao "debate", se assim considero classificar, entre o @rdd e o @Bmiguelpaiva, sobre o qual não consigo deixar de fazer as seguintes observações:
Desculpem definir-me como um acérrimo defensor da injecção directa, que parece contraditório pelo facto de também ter um problema, mas problema esse que vai ser resolvido, e isso tenho a certeza, porque há pessoas que estão aqui para ajudar e estão a ajudar.
A minha opção ou escolha, foi tomada por motivos ecológicos e não tecnológicos.
Cada vez mais informação vai surgindo de dia para dia, no sentido de fundamentar os benefícios da tecnologia da injecção directa no Gpl.
No entanto e como já foi dito, apesar desta tecnologia já existir há alguns anos e se conhecer os seus benefícios, era uma tecnologia cara e, por esse motivos os construtores, com poucas limitações ambientais, foram-se "deixando andar".
Neste momento, com normas ambientais cada vez mais rigorosas e com o escandaloso destapar da verdade acerca dos "ecológicos motores diesel", os construtores vêem-se obrigados, a desenvolver novos motores e novas tecnologias, o mais rapidamente possível, que respeitem as normais ambientais em vigor.
E é este o caminho, não há volta a dar, por isso, o envolvimento positivo de todas as partes: técnicos, comerciais, instaladores, moderadores e utilizadores, é fundamental e todos são importantes e necessários neste fórum e neste novo caminho.
Porque se há pessoas neste fórum, como o rdd, que chamam a atenção para o uso de linguagem menos própria, é porque essa mesma atitude em nada contribui e não leva a lado nenhum.
Pelo facto de eu próprio a ter usado, confesso que não tenho qualquer orgulho de o ter feito, bem pelo contrário, sinto-me envergonhado de o ter feito e, dai o facto de ter pedido desculpa de a ter usado.
Penso que não nos devemos esquecer que, as pessoas por algum motivo estão neste fórum, que eu resumo desta forma: umas pessoas estão aqui para ajudar e outras estão aqui para serem ajudadas, mas, desculpem a redundância, quem ajuda acaba por ser ajudado e quem é ajudado também acaba por ajudar.
Devemos ter em conta que, a coragem vence o medo e, aqui só temos a louvar quem não desiste pelo medo, aqueles que tem conhecimento técnico e com ele tentam ajudar, são os mesmos que querem contribuir e, sempre o fizeram, para que se acompanhe e se vença este desafio, como outros desafios pelos quais aqui também já passaram e, outros que continuarão sempre a surgir neste caminho e ao longo de todas as nossas vidas.
Os motores não param de evoluir, como aqui já foi dito e é verdade.
A Ford já conclui o projecto de desligar um dos três cilindros do 1.0 Ecoboost em situações de carga estável, a chamada tecnologia "ACT" ou "shut-off" para diminuir o consumo como a Fiat já os fez em alguns multi-air assim como a VW, que já usava esta tecnologia em motores de 6 e 8 cilindros e agora também em alguns tsi de 4 cilindros.
Estamos a falar de situações que exigem alterações mecânicas, mas também electrónicas, tudo parece cada vez mais confuso, mas do parecer ao ser existirá sempre distância da aprendizagem.
Por isso cabe-nos a nós encurtar essa distância em vez de tentar transformar constantemente os problemas em novos "Códigos Da Vinci sem solução".
Bom Natal para todos.