Carta aberta sobre a nova portaria
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mariosilvaf
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Carta aberta sobre a nova portaria
Tomei conhecimento da entrada em vigor do novo regime juridico para a utilização de GPL em veículos automóveis. Após a consulta do referido diploma legal, verifiquei que continuam a ser feitas exigências incompreensíveis, das quais desejaria compreender qual a justificação técnica. É exigida a alteração do DUA para veiculos homologados de fábrica com o sistema GPL ou certificados em IPO, caso não queira estar sujeito ao cumprimento do disposto no n.º 3 do artigo 4.º da Lei n.º 13/2013 de 31 de janeiro (estacionamento em parques fechados) e caso queira usar o sistema de identificação estabelecido nas alíneas a) e b) do nº1 do artº10º da Portaria n.º 207-A/2013 de 25 de junho; é relevante saber que os veiculos homologados de fábrica com o sistema GPL bem como muitos veiculos certificados em IPO, já obedeciam às especificações técnicas estabelecidas no nº1 do artº4º da Portaria n.º 207-A/2013 de 25 de junho. Deste modo, apenas e somente para registar uma anotação de “GPL - Reg.67” no DUA, é imputado ao cidadão uma taxa exigida para realizar essa alteração e/ou uma nova IPO, sem mudar o sistema GPL em nenhum componente. No caso de não fazer a alteração do DUA, o veiculo continua a circular com rigorosamente o mesmo sistema GPL, mas com o ‘castigo’ de expôr um distico na carroçaria e limitações no estacionamento. Ou seja, se pagar uma taxa, está certificado para usar vinheta e estacionar sem limitações; não pagando as dezenas de euros da taxa, continua a utilizar o veiculo mas não pode usar vinheta e fica limitado no estacionamento.
1- Qual a justificação técnica para esta exigência de alteração do DUA com pagamento da respetiva taxa, se nesse documento já tem o averbamento para combustível Gasolina/GPL e é mantido rigorosamente o mesmo sistema mecânico e eletrónico para utilização de GPL, que já obedecia às especificações técnicas consignadas na Portaria n.º 207-A/2013 de 25 de junho?
2- Porque não é mantido o DUA e a certificação no IPO, desde que as especificações técnicas já obedeçam ao que está estabelecido na Portaria n.º 207-A/2013 de 25 de junho?
3- Existem condutas de gás natural espalhadas subterraneamente pelas ruas do país e colocadas nas paredes dos edificios, bem como a utilização das botijas no interiror dos edificios. O gás natural é tão perigosamente explosivo como o GPL, gasolina e gasóleo (como infelizmente já ficou demonstrado pelos vários acidentes explosivos que já aconteceram) e contudo não é exigido um sistema mecânico e eletrónico nem a presença de válvulas de segurança nos edificios que utilizam este gás, como é exigido para os automóveis utilizarem GPL. Logo, é incompreensivel como o GPL não tem o mesmo estatuto juridico da gasolina e gasóleo, em que não são exigidas identificação vísivel nem limitações no estacionamento. Perante estes factos, quando é que o governo da república coloca o GPL no mesmo formato de utilização da gasolina, gasóleo ou gás natural, sem diferenciação na identificação e limitação de uso?
1- Qual a justificação técnica para esta exigência de alteração do DUA com pagamento da respetiva taxa, se nesse documento já tem o averbamento para combustível Gasolina/GPL e é mantido rigorosamente o mesmo sistema mecânico e eletrónico para utilização de GPL, que já obedecia às especificações técnicas consignadas na Portaria n.º 207-A/2013 de 25 de junho?
2- Porque não é mantido o DUA e a certificação no IPO, desde que as especificações técnicas já obedeçam ao que está estabelecido na Portaria n.º 207-A/2013 de 25 de junho?
3- Existem condutas de gás natural espalhadas subterraneamente pelas ruas do país e colocadas nas paredes dos edificios, bem como a utilização das botijas no interiror dos edificios. O gás natural é tão perigosamente explosivo como o GPL, gasolina e gasóleo (como infelizmente já ficou demonstrado pelos vários acidentes explosivos que já aconteceram) e contudo não é exigido um sistema mecânico e eletrónico nem a presença de válvulas de segurança nos edificios que utilizam este gás, como é exigido para os automóveis utilizarem GPL. Logo, é incompreensivel como o GPL não tem o mesmo estatuto juridico da gasolina e gasóleo, em que não são exigidas identificação vísivel nem limitações no estacionamento. Perante estes factos, quando é que o governo da república coloca o GPL no mesmo formato de utilização da gasolina, gasóleo ou gás natural, sem diferenciação na identificação e limitação de uso?
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rara
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Re: Carta aberta sobre a nova portaria
A sério?mariosilvaf Escreveu:Tomei conhecimento da entrada em vigor do novo regime juridico para a utilização de GPL em veículos automóveis. Após a consulta do referido diploma legal, verifiquei que continuam a ser feitas exigências incompreensíveis, das quais desejaria compreender qual a justificação técnica. É exigida a alteração do DUA para veiculos homologados de fábrica com o sistema GPL ou certificados em IPO, caso não queira estar sujeito ao cumprimento do disposto no n.º 3 do artigo 4.º da Lei n.º 13/2013 de 31 de janeiro (estacionamento em parques fechados) e caso queira usar o sistema de identificação estabelecido nas alíneas a) e b) do nº1 do artº10º da Portaria n.º 207-A/2013 de 25 de junho; é relevante saber que os veiculos homologados de fábrica com o sistema GPL bem como muitos veiculos certificados em IPO, já obedeciam às especificações técnicas estabelecidas no nº1 do artº4º da Portaria n.º 207-A/2013 de 25 de junho. Deste modo, apenas e somente para registar uma anotação de “GPL - Reg.67” no DUA, é imputado ao cidadão uma taxa exigida para realizar essa alteração e/ou uma nova IPO, sem mudar o sistema GPL em nenhum componente. No caso de não fazer a alteração do DUA, o veiculo continua a circular com rigorosamente o mesmo sistema GPL, mas com o ‘castigo’ de expôr um distico na carroçaria e limitações no estacionamento. Ou seja, se pagar uma taxa, está certificado para usar vinheta e estacionar sem limitações; não pagando as dezenas de euros da taxa, continua a utilizar o veiculo mas não pode usar vinheta e fica limitado no estacionamento.
1- Qual a justificação técnica para esta exigência de alteração do DUA com pagamento da respetiva taxa, se nesse documento já tem o averbamento para combustível Gasolina/GPL e é mantido rigorosamente o mesmo sistema mecânico e eletrónico para utilização de GPL, que já obedecia às especificações técnicas consignadas na Portaria n.º 207-A/2013 de 25 de junho?
2- Porque não é mantido o DUA e a certificação no IPO, desde que as especificações técnicas já obedeçam ao que está estabelecido na Portaria n.º 207-A/2013 de 25 de junho?
3- Existem condutas de gás natural espalhadas subterraneamente pelas ruas do país e colocadas nas paredes dos edificios, bem como a utilização das botijas no interiror dos edificios. O gás natural é tão perigosamente explosivo como o GPL, gasolina e gasóleo (como infelizmente já ficou demonstrado pelos vários acidentes explosivos que já aconteceram) e contudo não é exigido um sistema mecânico e eletrónico nem a presença de válvulas de segurança nos edificios que utilizam este gás, como é exigido para os automóveis utilizarem GPL. Logo, é incompreensivel como o GPL não tem o mesmo estatuto juridico da gasolina e gasóleo, em que não são exigidas identificação vísivel nem limitações no estacionamento. Perante estes factos, quando é que o governo da república coloca o GPL no mesmo formato de utilização da gasolina, gasóleo ou gás natural, sem diferenciação na identificação e limitação de uso?
Ponto 1- Um veiculo aspirado sem valvula de segurança pode andar a gpl,não pode estacionar nos pisos inferiores como outro qq veiculo antes da nova IPO. Se for a nova IPO para receber a vinheta verde, chumba e não há vinheta verde pa ninguem.Mas pode continuar a andar a gpl, quando fizer cabum leva algum desgraçado com ele que provavelmente não fez mal a ninguém... todos os outros sujeitam-se a nova IPO, para receberem a vinheta. O que era válido a semana passada pode não ser válido a semana que vem, como tal, se querem a vinheta, sujeitam-se a verificação...tem a ver com responsabilidades e tal... :-ss :-ss :-ss
Ponto 2- No DUA tem de vir a nova certificação,novamente as responsabilidades e tal... se o carrito explodir dentro de um parque, de quem é a responsabilidade? Do instalador que montou o sistema há 5 anos ou mais? Ah e tal mas tava de acordo com a legislação.... @-) @-) @-) @-)
Ponto 3- O gpl em caso de fuga acumula-se ao nivel do chão, não pode ser comparado á gasolina nem ao gasoleo.No caso do gas natural, tem identificador como o gpl.
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mariosilvaf
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Re: Carta aberta sobre a nova portaria
1- Se é assim tão banal o carrito explodir no parque, então não se permita a utilização do GPL.
2- E porque não incomoda o gás natural que circula aos metros cúbicos dentro das paredes dos edificios? Ou as botijas usadas nos aquecedores dentro dos apartamentos, restaurantes, empilhadores nas empresas, etc.? A explosividade destes é menos perigosa que a do carrito? Ou já se esqueceu as muitas explosões que já ocorreram em apartamentos (uma até famosa que envolveu uma atriz) e que apanharam desgraçados que não fizeram mal a ninguém? Nestes casos de quem é a responsabilidade e tal? :-?
3- Se o GPL é perigoso, acumula-se no chão, e bla, bla, então proiba-se a utilização deste e de qualquer gás na vida quotidiana por causa dessa sua caracteristica. Nem a vinheta, nem a cor verde dela, nem a inspeção e nem as dezenas de € que se paga para a obter, alteram as caracteristicas quimicas desse combustivel. No entanto, se pagar, 'tasse bem'. :ymhug: , e o perigo explosivo é mais aceitável.
2- E porque não incomoda o gás natural que circula aos metros cúbicos dentro das paredes dos edificios? Ou as botijas usadas nos aquecedores dentro dos apartamentos, restaurantes, empilhadores nas empresas, etc.? A explosividade destes é menos perigosa que a do carrito? Ou já se esqueceu as muitas explosões que já ocorreram em apartamentos (uma até famosa que envolveu uma atriz) e que apanharam desgraçados que não fizeram mal a ninguém? Nestes casos de quem é a responsabilidade e tal? :-?
3- Se o GPL é perigoso, acumula-se no chão, e bla, bla, então proiba-se a utilização deste e de qualquer gás na vida quotidiana por causa dessa sua caracteristica. Nem a vinheta, nem a cor verde dela, nem a inspeção e nem as dezenas de € que se paga para a obter, alteram as caracteristicas quimicas desse combustivel. No entanto, se pagar, 'tasse bem'. :ymhug: , e o perigo explosivo é mais aceitável.
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rara
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Re: Carta aberta sobre a nova portaria
E pq não proibir também os sprays e os isqueiros? Tudo isso tem gpl, imagina que explode no bolso de alguém... 8-} 8-}mariosilvaf Escreveu:1- Se é assim tão banal o carrito explodir no parque, então não se permita a utilização do GPL.
2- E porque não incomoda o gás natural que circula aos metros cúbicos dentro das paredes dos edificios? Ou as botijas usadas nos aquecedores dentro dos apartamentos, restaurantes, empilhadores nas empresas, etc.? A explosividade destes é menos perigosa que a do carrito? Ou já se esqueceu as muitas explosões que já ocorreram em apartamentos (uma até famosa que envolveu uma atriz) e que apanharam desgraçados que não fizeram mal a ninguém? Nestes casos de quem é a responsabilidade e tal? :-?
3- Se o GPL é perigoso, acumula-se no chão, e bla, bla, então proiba-se a utilização deste e de qualquer gás na vida quotidiana por causa dessa sua caracteristica. Nem a vinheta, nem a cor verde dela, nem a inspeção e nem as dezenas de € que se paga para a obter, alteram as caracteristicas quimicas desse combustivel. No entanto, se pagar, 'tasse bem'. :ymhug: , e o perigo explosivo é mais aceitável.
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Re: Carta aberta sobre a nova portaria
Enquanto existir a utilização massiva de gás nos edificios e habitações, na forma canalizada ou em botija, ou em veiculos industriais como os empilhadores, sem a necessidade da mesma estrutura técnica de segurança exigida ao uso de GPL, é irracional, incompreensível, estúpido e maquiavélico o uso de GPL em automóveis ser tratado de maneira diferente. [-(
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ardeche
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Re: Carta aberta sobre a nova portaria
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Re: Carta aberta sobre a nova portaria
Mas já alguém viu um empilhador a 120 km/h numa autoestrada? Ou a 200??
Creio que estamos a comparar coisas que não caem na mesma categoria...
Creio que estamos a comparar coisas que não caem na mesma categoria...
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rara
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Re: Carta aberta sobre a nova portaria
Ou a ter um acidente e ser abalroado por outro carro qq... :-ss :-ss :-ssj_verne Escreveu:Mas já alguém viu um empilhador a 120 km/h numa autoestrada? Ou a 200??
Creio que estamos a comparar coisas que não caem na mesma categoria...
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Re: Carta aberta sobre a nova portaria
Só uma nota... O Gás Natural nada tem a ver com o GPL. O gás natural tem uma densidade muito menor que a do GPL, e menor que a do ar, o que faz com que desapareça rapidamente em qualquer espaço.
Quanto aos edificios, supostamente também têm de ser vistoriados e inspeccionados com periodicidade, pelo que não vejo problema... Já as garrafas de gas dentro das fracções... desde que se cumpram as normas nada contra... mas o problema é mesmo esse!
Quanto aos edificios, supostamente também têm de ser vistoriados e inspeccionados com periodicidade, pelo que não vejo problema... Já as garrafas de gas dentro das fracções... desde que se cumpram as normas nada contra... mas o problema é mesmo esse!
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mariosilvaf
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Re: Carta aberta sobre a nova portaria
Tendo os automoveis sido vistoriados e inspecionados, bem como cumprindo as normas em vigor, não devia existir nehnuma exigência administrativa diferente do que é exigido para a gasolina e gasóleo.
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mariosilvaf
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Re: Carta aberta sobre a nova portaria
e lá coloquei o autocolante verde fluorescente mais caro que alguma vez comprei... :-o
3 dezenas de euros por um quadrado com meia dúzia de cm de lado para colar no vidro... :((
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rara
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Re: Carta aberta sobre a nova portaria
300 euros? :\
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hmlopes
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Re: Carta aberta sobre a nova portaria
30 euros!
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SlowDriver
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Re: Carta aberta sobre a nova portaria
tenho andado afastadito destas lides e estou desinformado. mas, há dias fui á Inspecção anual e eis que a tipa me exigiu que o carro tinha que ter o "velho" distico de GPL na traseira. saquei do magnetico e a coisa resolveu-se. Argumentei que tinha saido uma lei que nos dispensava de tal ( e feio ) distico. mas ela insitiu que não, que eu estava enganado e continua a ser obrigatorio o "tó". alguem me elucide, por favor. grato.